RESENHA: A Floresta Feliz

by - dezembro 01, 2012




Esse é um filme que eu assistia muito quando era mais nova, tenho o VHS dele e tenho que dizer a vocês, é uma verdadeira relíquia. Os mamíferos da Parmalat estavam fazendo muito sucesso nessa época. Originalmente eles fizeram parte da divulgação da marca Parmalat nos Estados Unidos com isso a empresa MPO conseguiu a compra do licenciamento país. No Brasil o produto foi lançado como jogo de CD-ROM denominado como Parque dos Mamíferos que posteriormente se transformou nesse media-metragem Brasileiro foi lançado em 20 de julho de 2000. Obrigada a Wikipédia por alguns detalhes.



O filme fala sobre meio-ambiente, os mamíferos felizes que vivem na floresta feliz estão sendo ameaçados pela bruxa má, que planeja acabar com a água, as plantas e a felicidade deles.
O filme de verdade começa quando os pequenos mamíferos acordam, se alimentam e brincam na floresta, enquanto toca uma musica que marcou minha infância: M. A. MA. M.I. Mi. O dia nasceu pra gente sorrir. M. A. MA. M.I. Mi. Somos os mamíferos, moramos aqui (a Zebra é muito linda, um bebe asiático ♥).
Até que a história do filme se muda para o castelo, onde mostra a bruxa chegando em sua casa, logo a mesma começa a fazer uma poção  que poluirá a floresta dos pequenos mamíferos enquanto canta. "Um dia eu sei que vou conseguir, a mãe natureza eu vou destruir".
Os pobres mamíferos não desconfiam de nada, o filme volta a se passar na floresta, com a continuidade da musica feliz que iniciou o filme, nessa parte descreve os animais personagens: leão, porco, zebra, elefante, ovelha e macaco.
A noite chega, enquanto os animais dormem a bruxa má coloca seu plano em ação e ataca a floresta, espalhando a poluição.
O leão acorda todos e lhes dá a notícia de que a bruxa estragou a floresta deles! Todos saem da casa e vão ver o estrago. Caminham por todo o local, com olhos tristes, passando por todo o lixo e tentando salvar algumas flores (a ovelha é realmente meiga arrumando uma plantinha vermelha). A musica que toca nesse momento é totalmente triste, descrevendo a emoção dos pobres animais que estão a beira do choro.
Um rapaz chega e se oferece para ajudar os pobres animais, que se sentem um pouco assustados mas logo os contam sobre a bruxa poluidora  O plano deles é pegar plantas lipídeas, que limpam e perfurmam tudo a sua volta, e colocar no caldeirão da bruxa má, pensando que desse modo a poção teria o efeito contrário e toda a sujeira seria limpa.
A bruxa, não satisfeita, planeja atacar a floresta novamente. Enquanto ela dorme, o rapaz e os animais invadem a casa da bruxa e jogam as plantas no caldeirão da bruxa e saem sem ela ter percebido nada. 
A vilã resolve atacar, os animais e o moço se escondem na casa dos mamíferos enquanto a bruxa realiza seu plano, que por sinal dá errado. A floresta fica tão limpa quanto era antes, as flores e arvores são restauradas e agora os animais podem brincar felizmente na sua floresta.
A moral por trás do filme é obvia: preservar a salvar a natureza.
Caso alguém queria assistir o filme, clique aqui. Não tenha vergonha de assistir!

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