O que esperar do solo da Rosé, do BLACKPINK

by - 15 fevereiro

O que esperar do solo da Rosé, do BLACKPINK

Uma das estreias musicais mais aguardadas para o ano de 2021 é a de Rosé: a cantora neozelandesa de ascendência sul-coreana conquistou o mundo como uma das quatro integrantes do BLACKPINK, grupo feminino que já está entre nós desde 2016 e serviu grandes hinos como DDU-DU DDU-DU e How You Like That. Jennie, do mesmo girlgroup, já mostrou seus talentos como solo em 2018, e está chegando a hora de Rosé mergulhar neste universo.

Os fãs estão extremamente ansiosos para isso: já sabemos que Rosé é extremamente talentosa, dona de uma das vozes mais belas, com seu tom único e notas bem executadas, mas também sabemos que a artista gosta de um estilo musical mais acústico e vocal, bem diferente do que temos visto na discografia principal do BLACKPINK, predominantemente eletrônica e girl crush. Então, o que esperar desse debut?


Com um solo, são inúmeras as possibilidades para o potencial de Rosé ser melhor explorado, tal como seus gostos pessoais para a música, e já ficou nítido que assim será: no The Show, primeiro concerto on-line do grupo que aconteceu em 31 de janeiro de 2021, tivemos uma prévia do que virá por aí neste primeiro trabalho individual de Roseanne Park, que nos possibilitou ouvir Gone (ou Love is Gone?) pela primeira vez, antes de seu lançamento oficial. 

A faixa foi performada pela primeira vez por Rosé durante o evento digital do grupo, para uma audiência on-line de 280 mil fãs ao redor do mundo — sem contar aqueles que assistiram ao show por formas alternativas, não contabilizados no número oficial de acessos pagos. 


De início tivemos a oportunidade de conferir pouco mais de um minuto da duração do clipe — ou ao menos de alguma gravação oficial que se assemelha a um MV, tamanha sua qualidade e trabalho artístico envolvido — para, logo em seguida, Rosé ser mostrada no palco cantando ao vivo em um cenário muito belo, ainda que muito simples: usando sua voz como principal instrumento, é ela quem brilha no pequeno balanço instalado no palco, sem coreografia ou elementos que roubem a atenção da música.

Não é a primeira vez, entretanto, que Rosé tem esse tipo de performance: além das ballads do BLACKPINK, como Stay, que possuem um estilo semelhante de serem apresentadas ao público nos eventos, mais intimista, Rosé já teve a oportunidade de se apresentar em outros eventos onde sua voz foi a protagonista da noite. Um dos momentos mais conhecidos foi ao lado de Jihyo (Twice) e Chanyeol (EXO) acompanhados da banda 10cm, em um remix acústico das músicas Whistle, TT e Monster, dos grupos idols que representam.


A performance foi para o especial de fim de ano da emissora coreana SBS, no qual Rosé pode ainda levar seu violão, outra arma importante e pela qual os fãs estão ansiosos para ver sua presença no álbum de estreia da cantora, ainda que não esteja confirmado se ela nos presenteará também com seus dons em lidar com o instrumento. 

Entretanto, ainda demorará mais um pouco para termos acesso ao material completo do debut da artista: já muito aguardado e cobrado pelos fãs desde 2018, quando Jennie estreou solo e a YG Entertainment cantou promessas sobre a carreira individual as outras três integrantes, os planos de debut de Rosé foram mais uma vez adiados pela agência e, agora, só deve acontecer em março de 2021.

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