Meu Corpo Virou Poesia e a jornada do amor próprio

by - 21 outubro

Meu Corpo Virou Poesia e a jornada do amor próprio

Bruna Vieira, blogueira pelo Depois dos Quinze que também conquistou uma legião de leitores nas páginas de seus livros de ficção, crônicas e até mesmo em quadrinhos, pousa agora nos braços da poesia não para de aproximar do leitor, mas para se aproximar de si mesma.

Meu Corpo Virou Poesia é uma obra pessoal, extremamente intimista, como se estivéssemos lendo o diário — não de uma adolescente descobrindo um amor, mas de uma mulher (re)descobrindo o amor próprio. Desconstruindo paredes que colocou ao redor de si, Bruna abre o jogo sobre momentos difíceis de sua vida que, muitas vezes, foram escondidos de nós atrás de filtros no Instagram.

Meu Corpo Virou Poesia e a jornada do amor próprio

Mostrando uma versão nua, crua, renovada e muito mais autoconsciente, conhecemos em Meu Corpo Virou Poesia uma Bruna que jamais havíamos visto antes, mas que parece extremamente familiar por lembrar outra pessoa que também amamos — ou, no mínimo, deveríamos aprender a amar: nós mesmas.

Embora muito particulares, os textos (e dores) de Bruna são extremamente universais. Medos, incertezas, amarras, amores ácidos e o longo e doloroso processo de superação, descontração e reconstrução de nós mesmos quando nos reencontramos em meio aos cacos de nós que restaram de relacionamentos tóxicos, seja com o outro ou conosco mesmo. Página a página, Bruna junta as peças desse longo quebra-cabeça chamado Meu Corpo e o transforma em Poesia.

Meu Corpo Virou Poesia e a jornada do amor próprio

Corpo este, alias, que não é apenas o físico, apesar de também sê-lo, mas tudo aquilo que faz parte de nós. O que somos por fora, o que somos por dentro, o que gostamos, o que detestamos. Tudo isso sustenta o nosso corpo, o nosso ser, e a poesia sincera de Bruna pode até ser inexperiente, mas é resistência e é lição de vida.

Se você precisa de um conselho de amiga, leia Meu Corpo Virou Poesia e poesie-se também; não há nada mais gratificante e do que encontrar o amor no nosso primeiro e último lar: nosso corpo.

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